Aslan Cabral
Aslan Cabral
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Aslan Cabral

Janeiro, 1980
Certamente, esse é um dos artistas que colaboram diretamente para importância do pensamento artístico e cultural na capital pernambucana. Aslan Cabral, nascido em 1980, atua em diversas frentes artísticas e seu hibridismo faz com que frequentemente ele e sua obra participem de exposições e residências artísticas Brasil e mundo afora.

Sua inspiração é turbinada pelo desenvolvimento de linguagens que mantêm o híbrido, o múltiplo como possibilidade construtiva essencial. A reinvenção do que já foi reinventado, refeito com fôlego de invenção autoral. Aslan faz arte como se pudesse inventar uma nova roda. E que ninguém duvide disso, ele é energético e com isso expande planos, dinâmicas. Sua arte fundiu-se com sua vida através do desejo intenso por uma vida menos ordinária, algo muda por onde Aslan e obra passam. Acredite!

Quase sempre de maneira abstrata e sofisticada, suas pinturas sempre pousam em superfícies híbridas como vinil, acetato, vidros…seus múltiplos criados a partir de bóias, facas, cartões de crédito, e suas experimentações ao ar livre em praias e parques são bons exemplos da potência múltipla de suas vivências artísticas.

Bienal do Mercosul, Zonadeartenaccion , Salão de Abril, Salão da Bahia, Festival Brasil Performance, mostra VERBO (Galeria Vermelho), Paralela da Bienal de São Paulo, Paço das Artes, Abre-Alas (A Gentil Carioca), Convergências (Sesc Tocantins), Trajetórias (Fundaj), Festival Coquetel Molotov, Mostra Latinidades (Sesc Vila Mariana) Mamam e Mamam no Pátio são alguns dos espaços por onde já passou. Recentemente, no segundo semestre de 2015, Aslan participou de residência artística com o PAS Performance Art Studies na Polônia, e da exposição "Happy Forever", realizada na galeria Holz Kohlen Koks em Berlim.

Seu mais recente projeto cultural o MUSEU DO TUBARÃO trata-se de uma série de mostras de artes integradas que tomam lugar ao ar livre, em uma das praias urbanas mais bonitas do Brasil, a de Boa Viagem, estigmatizada violentamente pelos ataques de tubarões. Um encontro artístico, social feito para reunir o que ele chama de "instigadores sociais”; pintores, músicos , coletivos de dança, performance, arte educadores, agricultores familiares, comunicadores que juntos convidam toda cidade para imergir na arte, na natureza e em novas sugestões, reinvenções.

Eleonor Lopes - Artista e curadora.
Estudou Belas Artes na Academia Nacional de Portugal.
Reside atualmente no Brasil onde desenvolve pesquisa sobre movimentos artísticos contemporâneos a partir dos anos 2000.

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