Paulo do Amparo
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Paulo do Amparo

Paulo Magno Lins de Aragão nasceu em Salvador, Bahia, 1975, filho de artistas plásticos, Maria Luíza (Iza do Amparo) e Humberto Magno. Veio para Pernambuco aos 2 anos, primeiro em Recife e depois em Olinda (1982) na rua do Amparo, onde reside até hoje.
Aprendeu a desenhar ainda criança, inspirado por histórias em quadrinhos para adultos e mulheres nuas. Já adolescente, começa a pintar camisas e telas pra vender: é quando adota o nome artístico "herdado" de sua mãe, homenagem à rua onde vivem.
Além de desenho e pintura, se dedica à música, gravação, construção de instrumentos musicais elétricos e eletrônicos (formou-se em eletrônica na ETFPE em 1994), desenhos animados (desenhou as vinhetas pro "Som na Rural, TV Brasil), poesia, roteiros, ficção e performance ("Geladeira Metal").
Participou das primeiras edições do Olinda Arte em Toda Parte (obras no catálogo e exposição coletiva), fez exposições individuais: "Sambas e Choros" (Maison Bonfim, Olinda), "Jazz" (Central, Recife), "Mulheres Nuas" (Menor Casa de Olinda) e uma edição do "Arte Não Com Prensa" (Galeria MauMau, Recife).
Como músico/performer tocou com seu projeto fonográfico-teatral 3 E.T.´s Records nos festivais RecBeat, No Ar/Coquetel Molotov, Pré-Amp, entre outros.
Por necessidade de divulgação de seu trabalho musical, desenvolveu técnicas próprias de serigrafia e stencil, usadas na confecção de capas de disco, camisetas e cartazes. Suas técnicas de serigrafia "guerrilheira" são ensinadas hoje para coletivos ativistas e movimentos sociais.
Atualmente Paulinho (como é mais conhecido) está interessado em pesquisas difíceis e profundas, deve ser algum tipo de crise de meia idade, a loucura inevitável lentamente chegando...

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