Xadai Rudá
Xadai Rudá
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Xadai Rudá

Dezembro, 1992
Nascido em Olinda, Pernambucano. Foi com 16 anos que enxergou a primeira ilustração de Colagem Fotomontagem, 

logo se apaixonou pelas camisas da Volcom Stone cuja estampa eram ilustrações com este estilo de arte que se dedicaria mais tarde.

Aos 17 anos, nas aulas de história da arte, estudou o Dadaísmo (movimento da vanguarda europeia) e se identificou, como também a influência de uma amiga que é também professora, que tinha mais contato com os Dada, assim, louco pelo movimento, resolveu estudar Artes Visuais na UFPE, afim de compreender mais sobre essa turma que tanto influencia seu modo de ver a sociedade, pelo avesso.




Aos 20 anos, como num acaso dadaísta, sua tia deixou na sua casa uma pilha de revistas da Trip que, de tanto olhar, teve a curiosidade de picotar algumas imagens, a fim de fazer seus primeiros experimentos com o recorte e colagem. 
Amadurecendo o olhar crítico com as colagens com a ajuda de professoras do curso de Licenciatura em Artes Visuais da UFPE, começou a produzir intensamente.

Participou de exposição coletiva com importantes nomes de Olinda/PE, como também para dois livros sobre artistas Collage Collective Co., pelo instragram(@xaads) e um livro digital, Conversas de Estágios (UFPE, 2015) de publicação de artigo visual 

de suas colagens.

Por vezes, não reflete um estilo de outro artista que envolve a colagem, ele bebe de outra fonte, da qual não é a arte, mas tenta fazer uma pequena transposição da coisa que está sendo “influenciado” para o campo da arte, ou mais precisamente, para a colagem fotomontagem.

Afirma, que suas colagens não únicas por envolver tal proposta, mas é justamente a leitura da coisa que está na proposta, não é somente a colagem no campo visual, mas está mais focado na questão da ideia, ou melhor, com campo da pluralidade das ideias na qual cada um da o significado aos símbolos ali inseridos. Sendo assim, parte da ideia de qualquer coisa “pode” se transformar em arte, desde que saiba “como” transformá-lo. Portanto, é na fala do sujeito espectador que se dá o conhecimento/gosto estético fecundando ou não uma identificação.

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