Manoel Quitério
Manoel Quitério
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Manoel Quitério

Julho, 1986
Dono de um traço firme, Manoel Quitério tem se destacado recentemente no cenário mundial, recebendo convites para intervenções e residências artísticas ao redor do mundo, tendo desenvolvido trabalhos em 19 países na Europa e Oriente Médio, posicionando-se assim como expoente na cena pernambucana e global.

No seu trabalho, o artista reúne símbolos dos mais diversos credos, alquimia e heráldica - além de ícones da cultura pop - e cria um universo próprio de seres fantásticos e situações surreais, projetando cenas nascidas da linha inexata do que é ou não sonho. O resultado é uma memorabília na qual não se sabe o que é real, acrescida de forte crítica social.

Nessa poética particular, convida o espectador a olhar para seus templos, físicos ou não, e reconhecer ídolos sólidos, feitos da própria costela humana. A obra de Quitério gira em torno de como nossa adoração é autolatria e como a psiqué cria deuses à sua imagem e emelhança. Tudo é Narciso se curvando, machucando os joelhos em reverência nos cacos de nossos espelhos.

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